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VILA KUNST

O registros fotográficos e históricos abaixo são de pertencimento do Museu Histórico Municipal Professor Laurindo Vier. Quando usados em documentos, trabalhos e outros assuntos de terceiros pede-se a menção da respectiva fonte. 

HISTÓRICO DO BAIRRO VILA KUNST

A Vila Kunst está ao lado do bairro Amizade, é praticamente uma extensão e recebeu esse nome por causa da família Aloysio Kunst, de compra e venda de batatas e cebolas. Os irmãos Arthur e Aloysio que era dona do moinho, do salão de bailes e de um grande comércio Kunst adquiriram um moinho, comprado do Sr. Peter Klaus, em 1938, funcionamento. Na e, por muitos anos, o Sr. Aloysio o manteve em década de 80, os filhos de Aloysio iniciaram suas atividades comerciais no ramo de compra e venda de batatas e cebolas.

Em 1960, lá também funcionava a Escola Municipal Pe. José de Anchieta, que hoje está desativada e seus alunos foram transferidos para a Escola Amizade. Existe na Vila Kunst, o Centro Comunitário Cristo Rei e, ao lado, um prédio menor, que serve para a realização de celebrações litúrgicas, cujo padroeiro escolhido pela comunidade foi Cristo Rei. A festa em sua homenagem acontece no último domingo de outubro.

O nome Vila Kunst começou a ser usado pela população e tornou-se oficial ainda na época do município de Dois Irmãos, com a construção da Escola estadual Pe. José de Anchieta, em que a professora Brisca Backes lecionou até se aposentar. Ela foi também catequista, ministra, líder comunitária, mãe de família e, mesmo aposentada,continua trabalhando na comunidade.

No passado, a principal ligação de estrada do centro rumo a leste e às margens do rio Cadeia foi a estrada ligando a Vila Kunst e Pe. Eterno Baixo, Não existiam pontes sobre este rio, a não ser a ponte pensil, onde as pessoas podiam passar a pé e, em geral, as estradas eram precárias, estreitas e com muitos aclives e declives.

Com a vinda dos primeiros caminhões e carros, novas estradas forma construídas pelo município de São Leopoldo, depois Dois Irmãos e hoje Santa Maria do Herval.

A atual Rua Prof. Laurindo Vier, na época em que Herval ainda era 8° Distrito de São Leopoldo, era a principal via de acesso ao Pe. Eterno Baixo. Ao longo da rua, ainda, se situa a Vila Nova, a Vila Kunst e a Vila Franck.

Quando já era município de Dois Irmãos, foi aberta uma nova estrada e as primeiras famílias moradoras da Vila Nova foram:

1- Nicolau Schneck, depois João Blume e Cecília Schneck. Edgar Seger casado com Erna Blume, mais tarde, foram para Santa Catarina. Renato Wagner casado com Amélia Blume, esta filha de João Blume.

2-Arthur Blume casado com Hilda Eich. Depois João Seger, professor no Bugerberg, foi morar em Santa Catarina.

Depois, Wilibaldo Eich casado com Erminda Vier Eich. Hoje, Elsio Wagner e filhos.

3- Mathias Seger e Margarida Dapper, que não tiveram filhos, e ganharam várias vezes a Loteria Grande. Mathias foi benfeitor da Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora, doando terras em 1948 para a construção de um hospital e um colégio de freiras. O atual dono da propriedade é o Sr. Benno Fröehlich.

4- Leopoldo Blume. Depois Afonso Weiler casado com Rosa Clement e, hoje, a propriedade é de Ricardo Wagner.

5- Theobaldo Zäehler casado com Frida Blume. Hoje Guido Arnold e família.

6- Felipe Blume casado com Elizabet Kröetz. Willy Dilkin casado com Sibila Blume.

Hoje mora na propriedade José Kolling e Vitória Dilkin.

7- Nicolau Wagner casado com Maria Dapper. Antônio Soares casado com Catharina Wagner (filha de Nicolau e

irmã gêmea de Aloísio Wagner. Depois Aloísio Wagner casado com Irma Kaefer (o casal teve 17 filhos).

8- Aloísio Boufleur casado com Carlos Ulrich casado com Idalina Wilhems. Atualmente, Laurilo Jacobs casado com Terezinha Ulrich Jacobs.

9- Walter Vier casado com Amália Kunzler. Ele era filho mais velho de Anton Vier (Vila Ferraria). Atualmente, quem mora lá é Flávio Vier, um de seus filhos.

 

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